domingo, 15 de maio de 2011

O GRITO DA GAIVOTA 3

"Durante o dia chamo frequentemente a minha mãe para comunicar. Quero saber o que se passa, quero estar sempre a par de tudo, é uma necessidade. Ela é a única pessoa que me compreende de facto, usando aquela linguagem inventada desde o início, aquela linguagem "umbilical", animal, aquele código particular, institivo, feito de mímica e de gestos."

                                                                       Emmanuelle Laborit

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