Um livro interessante, várias histórias que se entrelaçam, no qual num ou noutro momento nos podemos rever na vida das personagens.
sexta-feira, 29 de abril de 2011
segunda-feira, 25 de abril de 2011
domingo, 24 de abril de 2011
PÁSCOA
A Páscoa (do hebraico Pessach, significando passagem através do grego Πάσχα) é um evento religioso cristão, normalmente considerado pelas igrejas ligadas a esta corrente religiosa como a maior e a mais importante festa da Cristandade. Na Páscoa os cristãos celebram a Ressurreição de Jesus Cristo depois da sua morte por crucificação (ver Sexta-Feira Santa) que teria ocorrido nesta época do ano em 30 ou 33 da Era Comum. A Páscoa pode cair em uma data, entre 22 de março e 25 de abril. O termo pode referir-se também ao período do ano canônico que dura cerca de dois meses, desde o domingo de Páscoa até ao Pentecostes.
in Wikipédia, a enciclopédia livre
sexta-feira, 22 de abril de 2011
SEXTA-FEIRA SANTA
A Sexta-Feira Santa, ou 'Sexta-Feira da Paixão', é a Sexta-Feira antes do Domingo de Páscoa. É a data em que os cristãos lembram o julgamento, paixão, crucificação, morte e sepultura de Jesus Cristo, através de diversos ritos religiosos.
Segundo a tradição cristã, a ressurreição de Cristo aconteceu no domingo seguinte ao dia 14 de Nisã, no calendário hebraico. A mesma tradição refere ser esse o terceiro dia desde a morte. Assim, contando a partir do domingo, e sabendo que o costume judaico, tal como o romano, contava o primeiro e o último dia, chega-se à sexta-feira como dia da morte de Cristo.
A Sexta-feira Santa é um feriado móvel que serve de referência para outras datas. É calculado como sendo a primeira Sexta-feira após a primeira lua cheia após o equinócio de outono no hemisfério sul ou o equinócio de primavera no hemisfério norte, podendo ocorrer entre 20 de março e 23 de abril.
in Wikipedia, a enciclipédia livre
domingo, 17 de abril de 2011
FORUM SINTRA, BEM-VINDO AO MUNDO DO BETÃO!
Por muito que proliferem os centros comerciais em Portugal e que não as diferenças entre eles não sejam muitas, eu não resisto a visitar um quando o mesmo abre perto da minha localidade. Como tal, a família escolheu como programa de Domingo à tarde, ir visitar o Forum Sintra, dar uma voltinha, quiçá fazer umas compras e comer um gelado.
Eu sei que a imaginação pode não ser muita, mas foi o decidido...
Ora bem, como qualquer mega centro comercial que abre no nosso país, também esta construção ainda não se encontra totalmente concluída, porém falta pouco, já vi outros abrirem em piores condições. Porém, contudo, todavia este não é o seu maior problema! Não é, não! A estética, a estética é que é um verdadeiro atentado à saúde psicológica de qualquer ser humano... até me podem vir dizer que é moderno, que tem umas linhas rectas e minimalistas e que o cizento, o branco e o preto são o bom gosto do momento, contudo não me convencem.
Aquilo é só betão, mas betão mesmo! E a parte que não o é, é um atentado à natureza, ou seja a praça da alimentação é toda em madeira. Por outras palavras, se precisar de algo lá encontra! Das marcas mais caras às mais acessíveis, passando por um Pingo Doce gigante, mas não espere encontrar beleza arquitectónica, porque a obra é mesmo uma homenagem ao betão!
terça-feira, 12 de abril de 2011
TAL COMO ESCREVEU UM AMIGO NO SEU FACEBOOK...
" A saudade é a maior prova que o passado valeu a pena!"
quinta-feira, 7 de abril de 2011
PORTUGAL ACORDA PARA UMA NOVA REALIDADE...
Desde ontem, quando foi noticiado que Portugal ia recorrer à ajuda externa, que os portugueses perceberam, alíás acho que já tinham chegado a essa conclusão, ao contrário do poder político, que a entrada do FMI não é uma catástrofe, mas sim a nossa salvação!
É claro que não vai ser fácil para ninguém, todos vamos sentir grandes limitações, especialmente nós que nos últimos anos nos habituámos a um consumismo exagerado, que não tem muito a ver com a nossa cultura.
Porém, neste momento é preferível não receber, por exemplo subsídio de férias e de Natal, mas manter o posto de trabalho auferindo a remuneração no final do mês.
E, na verdade, porquê tanto alarmismo com a entrada do Fundo Monetário Internacional? Já não é a primeira vez que a ele recorremos, é certo que noutras condições, mas não deixámos de estar sob a sua alçada. Devia sim, ter vindo mais cedo, contudo a política escolhida pelos nossos governantes, por nós legitimamente eleitos, conduziu-nos à situação actual.
Culpa! Neste momento, mesmo que a haja, não vale a pena atribuí-la seja a quem for. O que Portugal tem é de olhar em frente, cumprir as metas impostas futuramente pelo FMI, para que o Fundo após as suas análises trimestrais, lhe empreste o dinheiro por tranches e desta forma o país reorganizar-se e aprender a orçamentar de forma correcta, útil e honesta a receita e a despesa pública, para que não seja necessário acordar para outra nova realidade.
terça-feira, 5 de abril de 2011
COMO CONTAR UMA HISTÓRIA...
Contar uma história, um acontecimento que nos tenha feito rir, chorar, mas espeialmente pensar, requer alguma perícia, alguma assimilação.
Assim, acontece comigo. Gostava de partilhar convosco um acontecimento que me fez pensar e repensar, porém ainda não o consigo transmitir com as palavras correctas. Palavras essas, que vos façam também pensar e retirar desta história algo de bom para o vosso dia a dia.
Hoje é mesmo e apenas um desabafo...
sexta-feira, 1 de abril de 2011
"NÃO SE DIZ AO TRISTE QUE SE ALEGRE"
Pouco sabe da tristeza quem, sem remédio para ela, diz ao triste que se alegre; pois não vê que alheios contentamentos a um coração descontente, não lhe remediando o que sente, lhe dobram o que padece. Vós, se vem à mão, esperáreis de mim palavrinhas joeiradas, enforcadas de bons propósitos. Pois desenganai-vos, que, desde que professei tristeza, nunca mais soube jogar a outro fito. E, porque não digais que sou gente fora do meu bairro, vedes, vai uma volta feita a este mote, que escolhi na manada dos enjeitados; e cuido que não é tão dedo queimado que não seja dos que el-rei mandou chamar; o qual fala assim:
Não quero e não quero
jubão amarelo. Se de negro for
também me parece
quanto me aborrece
toda a alegre cor:
cor que mostra dor,
quero e não quero
jubão amarelo.
Parece-vos que se pode dizer mais ? Não me respondais: «Quem gabará a noiva?» Porque assentai que foi comendo e fazendo, ou assoprando, que não é tão pequena habilidade. E, porque vos não pareça que foi mais acertar que querê-lo fazer, vedes, vai outra do mesmo jaez, contanto que se não vá a pasmar:
Perdigão perdeu a pena,
não há mal que lhe não venha.
Em um mal outro começa,
que nunca vem só nenhum;
e o triste que tem um
a sofrer outro se ofereça;
e só pelo ver, conheça
que basta um só que tenha
para que outro lhe venha.
Luís Vaz de Camões, in "Cartas"
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