domingo, 28 de junho de 2009

Estou Além

Não consigo dominar Este estado de ansiedade A pressa de chegar P'ra não chegar tarde Não sei de que é que eu fujo Será desta solidão Mas porque é que eu recuso Quem quer dar-me a mão Vou continuar a procurar a quem eu me quero dar Porque até aqui eu só Quero quem Quem eu nunca vi Porque eu só quero quem Quem não conheci Porque eu só quero quem Quem eu nunca vi Porque eu só quero quem Quem não conheci Porque eu só quero quem Quem eu nunca vi Esta insatisfação Não consigo compreender Semtre esta sensação Que estou a perder Tenho pressa de sair Quero sentir ao chegar Vontade de partir P'ra outro lugar Vou continuar a procurar o meu mundo, o meu lugar Porque até aqui eu só Estou bem Aonde não estou Porque eu só estou bem Aonde eu não vou Porque eu só estou bem Aonde não estou Porque eu só estou bem Aonde eu não vou Porque eu só estou bem Aonde não estou
António Variações

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Uma questão de educação

"A boa educação é esconder o bem que pensamos de nós próprios e o pouco bem que pensamos dos outros" Mark Twain

terça-feira, 16 de junho de 2009

Caloooooooooooooooooor

Eu vou ter uma coisinha com tanto calor............

sábado, 13 de junho de 2009

Santo António em Alfama

Caminhar por Alfama é para os habitantes de Lisboa um recordar o passado e para os turistas um apelo ao tradicional da capital de Portugal.
Ora se assim é, há que aproveitar o Santo Padroeiro para mostrar que Alfama ainda está em forma e venha quem vier, "em Alfama é que é, é, é, é..."
O problema é que a tradição, por muito que se esforcem os moradores deste bairro, já não é o que era.
Na realidade, eu que sou uma emigrante dentro do nosso país fui pela segunda vez festejar o Santo António para Alfama, diverti-me, é verdade, mas faltou qualquer coisa... faltou bairrismo, faltou o puxar pela marcha de Alfama, faltou o som da música popular...
É que para ouvir "pum, pum, pum" eu vou à discoteca ou a um bar da moda, não vou a Alfama em plena noite de Santo António.
De qualquer forma e seja qual for a música, o mais importante é que Santo António nos Abençoe até ao próximo ano!

domingo, 7 de junho de 2009

Portuguesa que se preze tem de ir á feira!

Pois é amigos, ontem passei o dia fora de casa. Tendo em conta que era Sábado, levantei-me ligeiramente mais tarde, sim porque uma pessoa também tem de dormir o seu sono de beleza. Após o que decidi ir almoçar ao Colombo e dar uma voltinha só para ver as montras. Bem... eu vi as montras e vi e tomei café, enfim uma tarde de centro comercial.
Lá pela tardinha há que vir para casa que uma pessoa não pode andar toda a tarde no passeio. Mas, imaginem só, chega o meu mais que tudo a casa e diz "e se fossemos à Feira de Tires depois de jantar?" Ora bem, não se pode recusar um convite destes e lá fomos nós, qual dois adolescentes a quem deixam sair de casa: foram carrinhos de choque, pipocas, farturas, visita a tudo quanto eram tendinhas e é claro, não deixámos de jogar naquelas barraquinhas dos bonecos de peluche, pelo que eu trouxe uma vaquinha linda, linda, linda linda...
Enfim, eu sei que já temos idade para ter juízo, mas brincar, de vez em quando, faz bem a todos nós!

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Não sei se surpreendida...

Pois é, não me chamem injusta, mas a realidade de há umas horas modificou-se, não sei por quanto tempo, porque mudanças destas uma pessoa só acredita vendo. Esperança...

Triste, tristemente

Há coisas na vida que sentimos inevitavelmente, chamem-lhe intuição, chamem-lhe o que quiserem. Coisas essas que sabemos ser verdade, pois contactamos com elas todos os dias, mas vamos fechando os olhos, porque encará-las faz-nos doer a alma. O pior é quando tudo se revela, quer por acumulação de experiências quer pela sua expressividade de hoje.
Sentir a desilusão de um esforço falhado, sentir que há pessoas nesta vida que dariam tudo por aquele esforço, mas infelizmente o destino não as fez cruzar o nosso caminho.

terça-feira, 2 de junho de 2009

Sinto-me estafada

Hoje foi um daqueles dias de corre, corre... mas consegui fazer tudo o que queria. Claro que agora estou completamente estafada, cheia de sono e a olhar para o computador e para a televisão, assim com um ar... de pasmaceira. Acho que até as plantas e flores aqui da sala estão com mais actividade que eu.

segunda-feira, 1 de junho de 2009

DIA MUNDIAL DA CRIANÇA

Declaração dos Direitos da Criança
Adoptada pela Assembleia das Nações Unidas de 20 de Novembro de 1959
PREÂMBULO

Considerando que os povos da Nações Unidas, na Carta, reafirmaram a sua fé nos direitos humanos fundamentais, na dignidade e no valor do ser humano, e resolveram promover o progresso social e melhores condições de vida dentro de uma liberdade mais ampla,
Considerando que as Nações Unidas, na Declaração Universal dos Direitos Humanos, proclamaram que todo homem tem capacidade para gozar os direitos e as liberdades nela estabelecidos, sem distinção de qualquer espécie, seja de raça, cor, sexo, língua, religião, opinião política ou de outra natureza, origem nacional ou social, riqueza, nascimento ou qualquer outra condição,

Considerando que a criança, em decorrência de sua imaturidade física e mental, precisa de protecção e cuidados especiais, inclusive protecção legal apropriada, antes e depois do nascimento,

Considerando que a necessidade de tal protecção foi enunciada na Declaração dos Direitos da Criança em Genebra, de 1924, e reconhecida na Declaração Universal dos Direitos Humanos e nos estatutos das agências especializadas e organizações internacionais interessadas no bem-estar da criança,

Considerando que a humanidade deve à criança o melhor de seus esforços,

A ASSEMBLEIA GERAL

PROCLAMA esta Declaração dos Direitos da Criança, visando que a criança tenha uma infância feliz e possa gozar, em seu próprio benefício e no da sociedade, os direitos e as liberdades aqui enunciados e apela a que os pais, os homens e as melhores em sua qualidade de indivíduos, e as organizações voluntárias, as autoridades locais e os Governos nacionais reconheçam este direitos e se empenhem pela sua observância mediante medidas legislativas e de outra natureza, progressivamente instituídas, de conformidade com os seguintes princípios:
PRINCÍPIO 1º

A criança gozará todos os direitos enunciados nesta Declaração. Todas as crianças, absolutamente sem qualquer excepção, serão credoras destes direitos, sem distinção ou discriminação por motivo de raça, cor, sexo, língua, religião, opinião política ou de outra natureza, origem nacional ou social, riqueza, nascimento ou qualquer outra condição, quer sua ou de sua família.
PRINCÍPIO 2º
A criança gozará protecção social e ser-lhe-ão proporcionadas oportunidades e facilidades, por lei e por outros meios, a fim de lhe facultar o desenvolvimento físico, mental, moral, espiritual e social, de forma sadia e normal e em condições de liberdade e dignidade. Na instituição das leis visando este objectivo levar-se-ão em conta sobretudo, os melhores interesses da criança.
PRINCÍPIO 3º
Desde o nascimento, toda criança terá direito a um nome e a uma nacionalidade.
PRINCÍPIO 4º
A criança gozará os benefícios da previdência social. Terá direito a crescer e criar-se com saúde; para isto, tanto à criança como à mãe, serão proporcionados cuidados e protecção especiais, inclusive adequados cuidados pré e pós-natais. A criança terá direito a alimentação, recreação e assistência médica adequadas.
PRINCÍPIO 5º
À criança incapacitada física, mental ou socialmente será proporcionado o tratamento, a educação e os cuidados especiais exigidos pela sua condição peculiar.
PRINCÍPIO 6º
Para o desenvolvimento completo e harmonioso da sua personalidade, a criança precisa de amor e compreensão. Criar-se-á, sempre que possível, aos cuidados e sob a responsabilidade dos pais e, em qualquer hipótese, num ambiente de afecto e de segurança moral e material, salvo circunstâncias excepcionais, a criança da tenra idade não será apartada da mãe. À sociedade e às autoridades públicas caberá a obrigação de propiciar cuidados especiais às crianças sem família e aquelas que carecem de meios adequados de subsistência. É desejável a prestação de ajuda oficial e de outra natureza em prol da manutenção dos filhos de famílias numerosas.
PRINCÍPIO 7º
A criança terá direito a receber educação, que será gratuita e compulsória pelo menos no grau primário. Ser-lhe-á propiciada uma educação capaz de promover a sua cultura geral e capacitá-la a, em condições de iguais oportunidades, desenvolver as suas aptidões, sua capacidade de emitir juízo e seu senso de responsabilidade moral e social, e a tornar-se um membro útil da sociedade. Os melhores interesses da criança serão a directriz a nortear os responsáveis pela sua educação e orientação; esta responsabilidade cabe, em primeiro lugar, aos pais.
A criança terá ampla oportunidade para brincar e divertir-se, visando os propósitos mesmos da sua educação; a sociedade e as autoridades públicas empenhar-se-ão em promover o gozo deste direito.
PRINCÍPIO 8º
A criança figurará, em quaisquer circunstâncias, entre os primeiros a receber protecção e socorro.
PRINCÍPIO 9º
A criança gozará protecção contra quaisquer formas de negligência, crueldade e exploração. Não será jamais objecto de tráfico, sob qualquer forma. Não será permitido à criança empregar-se antes da idade mínima conveniente; de nenhuma forma será levada a ou ser-lhe-á permitido empenhar-se em qualquer ocupação ou emprego que lhe prejudique a saúde ou a educação ou que interfira em seu desenvolvimento físico, mental ou moral.
PRINCÍPIO 10º
A criança gozará protecção contra actos que possam suscitar discriminação racial, religiosa ou de qualquer outra natureza. Criar-se-á num ambiente de compreensão, de tolerância, de amizade entre os povos, de paz e de fraternidade universal e em plena consciência que seu esforço e aptidão devem ser postos a serviço de seus semelhantes.