quinta-feira, 9 de setembro de 2010

NAMOROS QUE DURAM, DURAM E DURAM...

Sempre fui da opinião que os namoros que duram, duram e duram, claro que há excepções, (eu ainda não aderi ao acordo ortográfico) geralmente acabam antes do casamento, alíás, por vezes nem chegam à pronúncia da palavra ou, então, muito pouco tempo depois termina a bonita história de amor.
Porém, hoje fui confrontada com uma análise publicada numa revista na sua edição portuguesa, com o contrário, apresentando como justificação que os namoros se prolongam, pois as pessoas querem ter a certeza que quando casarem se vão dar bem.
Ora bem, se me disserem que as pessoas actualmente estão mais preocupadas com as suas carreiras profissionais, que querem uma estabilidade financeira, presentemente difícil de conseguir dada o estado da economia, que os futuros cônjuges lutam por uma independência recíproca e que as uniões de facto são uma opção, dado que casar tem o seus custos, eu até concordo, agora pela razão apresentada no parágrafo anterior dificilmente posso aceitar.
A única questão em que eu e a dita revista concordamos é que quanto maior é o namoro mais difícil será a separação, caso aconteça, podendo causar os mesmos traumas que um divócio.

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